Em novembro de 2016, criei minha própria consultoria. A empresa hoje opera sob o nome ACS Global Ventures.
A decisão tinha um objetivo claro: ampliar o impacto, aprender com diferentes setores e testar abordagens em contextos organizacionais distintos. Minha carreira executiva havia oferecido profundidade em grandes empresas. A consultoria me permitiria comparar modelos, desafios e maturidades.
Minha atuação passou a incluir alimentos, bebidas, mineração, infraestrutura, rodovias, energia, varejo e outras operações complexas. Trabalhei com diagnósticos, programas de liderança, observação comportamental, competências, gestão de contratadas, auditorias e transformação cultural.
Os problemas identificados nos projetos deram origem a guias, jogos, cursos, diagnósticos, ferramentas e materiais de comunicação. O objetivo era permitir que empresas e profissionais acessassem o conhecimento mesmo sem um projeto presencial.
Em 2016, realizei o programa Delivering Safety Culture, Hearts and Minds, no Energy Institute, em Londres. Em 2018, voltei para estudar Human Factors, The Fundamentals. Em 2019, já havia estruturado a plataforma que se consolidaria como Escola da Segurança.
Em 2020, publiquei Cultura de Segurança, obra em que comparei referências americanas e europeias e organizei dimensões e elementos do tema em uma linguagem aplicável às organizações.
Aprendizado construídoA experiência deixa de depender da presença do especialista quando é organizada em métodos, ferramentas e conteúdos aplicáveis por outras pessoas.